
Lançamento mais importante da Volkswagen para o Brasil no ano de 2025, o SUV Tera está completando agora seu primeiro trimestre de comercialização. E um detalhe chama a atenção: a maioria dos consumidores está preferindo levar para casa o Tera High, versão top de linha, que custa cerca de R$ 40 mil a mais do que a opção de entrada MPI. O mix de vendas apurado no primeiro dia de vendas, a partir dos pedidos feitos aos concessionários, é de 54% para a versão High, 21% para a Comfort, 16% para a MPI e 9% para a TSI. De acordo com a Volkswagen, a participação de cada versão após a abertura de vendas continua semelhante. A versão High continua sendo a mais buscada, com a Comfort em segundo lugar. Isto ocorre porque o Tera topo-de-linha, além de vir com câmbio automático (que garante mais conforto na utilização cotidiana), também possui uma série de itens valorizados pelos consumidores, como rodas de 17 polegadas diamantadas, ar-condicionado automático e digital, painel de instrumentos 100% digital com 10,25 polegadas, bancos em revestimento premium, câmera de ré e carregador de smartphone por indução.

De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Tera somou 5.994 emplacamentos na soma de junho e julho, volume que já supera o de alguns rivais diretos. Em agosto, o Tera vem se aproximando das vendas do Fiat Pulse. Até o dia 27, o Volkswagen registrou 3.512 emplacamentos, ante os 3.857 do Pulse. E o Tera tem potencial para mais, pois, só no primeiro dia de vendas, foram encomendados 12 mil exemplares.

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